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Em quais casos a cirurgia bariátrica é recomendada?

Erra aquele que pensa que a cirurgia bariátrica é por motivos estéticos, pois acredite que este é o que menos se leva em consideração. Cirurgia bariátrica é saúde, o retorno da vida normal e saudável ao paciente. De fato que perder peso é uma atitude repleta de complexidade para a grande maioria das pessoas, levando a entrar em dietas, exercícios, remédios e muitos casos de efeito sanfona.

O que queremos é levar a reflexão que nem todos e todos os casos estão aptos para a submissão de cirurgia bariátrica. O procedimento precisa ser entendido como última medida a ser tomada e somente quando detectada obesidade mórbida. Mesmo com a perda da gordura em excesso, esse não é o todo, é apenas uma parte do processo. O paciente precisa entender e estar disposto a passar por uma série de adaptações, sem mitos e sem crises.

Primeiros passos

Quem é o regulador das cirurgias bariátricas é o Ministério da Saúde. A primeira etapa determinada a ser cumprida está em que a pessoa candidata para a cirurgia precisa previamente tentar o emagrecimento através de métodos tradicionais por cerca de dois anos. Quais seriam estes métodos? Atividades físicas, reeducação alimentar, auxílio de tratamento psicológico e também medicamentos ministrados em casos específicos.

Antes de comentarmos sobre os casos recomendáveis para a cirurgia, é preciso conhecer o que é o IMC. Esta sigla significa Índice de Massa Corporal, uma medida de referência internacional e institucionalizada pela Organização Mundial de Saúde. Ele mede o peso real de cada pessoa, a partir de uma fórmula matemática que avalia o peso do indivíduo em relação à altura.

O que determina o Ministério da Saúde?

De maneira técnica, segundo o Ministério da Saúde, há três casos em que a bariátrica é recomendada. O primeiro corresponde a indivíduos que apresentam IMC maior ou igual a 50 Kg/m2. O segundo caso é para pessoas com o IMC maior ou igual a 40 Kg/m2, que apresentem ou não doenças associadas e que não obtiveram resultados no tratamento clínico realizado por no mínimo dois anos. O terceiro trata sobre casos em que o IMC é maior que 35 kg/m2, e que o paciente apresente problemas de saúde como a diabetes mellitus, apneia do sono, disfunções cardiovasculares de alto risco, hipertensão arterial sistêmica de difícil controle e doenças articulares degenerativas, sem sucesso no tratamento clínico realizado por no mínimo dois anos.

Especificações importantes

Para jovens entre 16 e 18 anos, o Ministério da Saúde determina que a bariátrica só pode ser realizada se houver antes a avaliação do caso por dois profissionais aptos e específicos em analisar as mudanças que se relacionam as fases de crescimento.

O que pouco se comenta, mas é necessário, diz sobre as contraindicações para a cirurgia. Ela não pode ser realizada em usuários de drogas e alcoólatras, nem naqueles que apresentem compulsão alimentar e doença cardíaca em estágio avançado. Pacientes portadores de doenças psiquiátricas são impedidos quando avaliado possíveis impedimentos no tratamento pós-cirúrgico.

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